Como conviver bem em condomínios

Condomínios, de apartamentos ou de casas, são formas cada mais comuns de moradia. Conforto, necessidade, segurança, luxo, não importa o motivo que o levou a escolher por este tipo de local, as opções são cercadas por um medo e problema em comum: A convivência com outros vizinhos.

Mesmo antes dos condomínios se estabelecerem, a convivência com outros vizinhos sempre foi algo a se discutir, tendo brigas e desentendimentos em qualquer situação, porém ao se colocar muitos convivendo em um mesmo local, com áreas em comum, coisas simples podem ser maximizadas a tal ponto de chegar a conflitos sérios.

E como evitar tudo isso?

Bem vamos a algumas dicas básicas:

  1. Barulho

Um dos principais problemas enfrentados por quem mora em condomínios são questões de barulho. O bom senso deve sempre reinar, então nada de barulhos depois das 22:00. Mesmo que mínimos, podem gerar desconforto em algumas pessoas (e essa pessoa pode ser você). Evite, mesmo em horários permitidos, escutar música muito alta, arrastar moveis por horas a fio, andar de salto alto.

  1. Respeito as regras

Pode parecer algo básico, mas muitos simplesmente ignoram as regras que não concordam, só pelo fato de achar que não fazem sentido. Se você considera alguma norma interna abusiva, ou sem sentido, leve a proposta de mudança (ou anulação) da regra na próxima reunião de condomínio. Lembre-se de também levar os argumentos, afinal querer que a regra mude só por que você quer, não costuma ser um argumento válido.

  1. Crianças

Crianças são seres agitados em sua grande maioria, querem correr e brincar, e não entendem como as regras funcionam. Cabe o adulto responsável gerir a situação para que não incomode ninguém, ou incomode o mínimo possível. Entender o regulamento interno, respeitar áreas de brincadeiras do lugar onde mora é fundamental para diminuir os problemas

  1. Funcionários

Funcionários do prédio são do prédio, e não seus, então nada de pedir favores pessoais, mesmo que rapidinhos. Pedir que o porteiro saia para fazer algo pode comprometer o bom funcionamento do prédio e principalmente diminuir a segurança. Cordialidade também é sempre bem-vinda, afinal quem não gosta de ser tratada com respeito e consideração.

  1. Garagem

Outro problema muito comum são as garagens, muitas vezes com vagas apertadas e de difícil manobra. Respeite os limites de velocidade, faróis baixos e atenção sempre. Caso esbarre e risque ou amasse o carro de alguém, avise imediatamente o sindico para que ele entre em contato com o dono do veículo e se disponibilize para o concerto.

  1. Conversa em primeiro lugar

Mesmo tomando todos os cuidados possíveis, os conflitos são inevitáveis algumas vezes. Caso se sinta desconfortável com algum comportamento vindo de vizinhos, primeiro tente conversar diretamente com ele, mas conversar não é brigar. Esteja aberto ao diálogo e exponha da melhor forma possível o motivo de estar se incomodando. Caso não funcione, leve a situação ao síndico, ou a administração do condomínio, explicando sempre o motivo da sua irritação.

 

O bom senso deve sempre imperar, seja onde for, para que a convivência entre todos seja a melhor possível.

O que é o estresse?

estresses

Trabalho, estudos, família, filhos, esposa, chefe, metrô lotado, celular não para!!!

Ufa! Que estresse todo é esse!?

Uma queixa muito comum no meu consultório, independentemente da idade ou do gênero, é que o indivíduo está muito estressado, sofrendo consequências de um estilo de vida muito acelerado e tão cheio de preocupações que dificilmente teria outra consequência a não ser em um organismo adoecido.

A palavra estresse, veio de um conceito da física, que significa: quantidade média de força aplicada por unidade de área. É uma medida da intensidade do total das forças internas atuando num corpo através de superfícies internas imaginárias, como uma reação à aplicação de forças externas e do próprio corpo. Pode ser resumido em Tensão.

Lendo a definição original de estresse, não é muito difícil entender por qual motivo passamos a utilizar essa palavra para um esgotamento físico e emocional de alguém exposto constantemente a pressões.

O estresse tem uma função no nosso organismo, assim como a ansiedade, medo e etc, pois descarrega uma alta carga de adrenalina no organismo, diminuindo provisoriamente necessidades como sono, fome e melhorando a atenção (mantém o foco unicamente no assunto a ser resolvido). É um sinal de alerta, feito para ser algo passageiro e focal, porém o problema começa quando isso não passa.

O estresse passa a ser problemático quando se estende a longos períodos, de forma constante, “estressando” assim o organismo com sinais de alerta (e todo a carga física que isso inclui) que nunca passam.

Quem já foi a academia de musculação pela primeira vez e levantou pesos além da conta, sabe as dores musculares que temos no outro dia. Imagine agora que um organismo estressado é alguém que vai a academia 3x ao dia, levanta muito mais peso do que deveria, todos os dias sem nenhum descanso. O que deveria ser algo bom e produtivo, se torna doloroso, causando uma fadiga que mais cedo ou mais tarde esgotará o indivíduo até ele não aguentar mais e ceder.

E o que fazer, já que muitos dos nossos estressores do dia-a-dia não são simples de serem eliminados?

Primeiro devemos conhecer o próprio organismo, passando assim a perceber antecipadamente sinais que indiquem que está caminhando para o esgotamento.

 

Sintomas físicos do estresse:

  • Boca seca
  • Coração acelerado
  • Dificuldade em respirar
  • Dor de estômago
  • Dor de cabeça
  • Micção frequente
  • Sudorese Palmas
  • Músculos apertados que podem causar dor e tremor
  • Entre outros

 

Sintomas emocionais:

  • Tensão
  • Irritabilidade
  • Incapacidade de se concentrar
  • Sentindo-se excessivamente cansado
  • Dificuldade para dormir

 

E como prevenir?

 

Como dito no início do texto, eliminar completamente as situações estressoras do cotidiano, além de impossíveis, não seriam necessariamente indicadas (lembrando que nem todo estresse é ruim).

Pequenos hábitos podem ajudar no controle de estresse, tais como:

  • Bons hábitos alimentares
  • Atividades físicas regulares
  • Ter uma rotina de sono
  • Melhorar a respiração
  • Foco no presente

 

Porém ao perceber que algo não está bem com você, seja fisicamente ou emocionalmente, procure um especialista. A psicologia tem ferramentas para ajudar no controle do estresse e melhorar assim sua qualidade de vida.